O Instituto Nelson Wilians está comprometido com a justiça social e a promoção das diversidades étnico-raciais. Aposta na educação e na garantia dos direitos como estratégias fundamentais para combater a todos os tipos de violência. A publicação apresenta dados sobre racismo no Brasil, discute a classificação racial mediante autodeclaração, o que é racismo, como identificar uma situação de racismo e apresenta expressões do nosso idioma que são atravessadas pelo racismo linguístico.
O Pacto Interinstitucional Pró-Equidade Racial, de caráter voluntário, é uma iniciativa do Tribunal de Contas do Estado do Pará que visa contribuir e fomentar a promoção da equidade racial no território paraense por meio da atuação em rede entre as instituições participantes com enfoque em ações pedagógicas e orientadoras. O Pacto foi idealizado como uma forma de instrumentalizar a atuação em rede de instituições públicas e privadas em prol da equidade racial, seja por meio de ações educativas pedagógicas, seja por meio da promoção de políticas institucionais no âmbito de atuação de cada partícipe. Para isso, este manual foi elaborado sistematizando boas práticas com potencial de orientar as instituições sobre a diversidade étnico-racial.
Este guia reúne um conjunto de boas práticas antirracistas direcionadas à comunicação, especialmente a digital, com o objetivo de promover interações mais inclusivas e respeitosas. Em um contexto marcado pela desinformação e preconceitos raciais que frequentemente permeiam textos informativos e outros conteúdos em redes sociais e outras plataformas digitais, torna-se essencial que profissionais, organizações e indivíduos contem com materiais de rápido acesso e fontes idôneas para o combate ao racismo e a promoção da diversidade.
O Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (CEDECA) do Estado do Ceará produziu um manual para orientar as vítimas de violência institucional a procurarem os seus direitos. Com a questão “o que fazer quando o Estado viola seus direitos?”, a publicação engloba a identificação da violência institucional, os cuidados para reduzir os riscos de denunciar e os modos de denunciar a violência institucional.
Esse manual apresenta a importância de se adotar uma linguagem flexível para a promoção da equidade em todas as esferas da sociedade. Seu conteúdo além de dar dicas importantes sobre comunicação, fala também sobre como a comunicação inclusiva possibilita visibilizar e identificar gêneros diversos, além de garantir lugares de fala e oportunidades para diálogo.
Sugerida por Carol Canegal, convidada a realizar a Curadoria nº 9 da Plataforma INCLUA ‘Branquitude, desigualdades raciais e políticas públicas’, essa publicação é fruto da sistematização do debate ocorrido no encontro “Branquitude: racismo e antirracismo”, organizado pelo Instituto Ibirapitanga. Essa publicação é mais um passo no sentido de reforçar a demanda pela prática consistente de enfrentamento ao racismo por toda a sociedade. Muito além da reflexão, esse caderno é um recurso para alimentar a construção de ações profundamente comprometidas com este horizonte.
O guia publicado pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), busca fornecer um ‘kit de ferramentas” para integração de gênero e implementação de políticas de equidade de gênero na esfera pública. Esse material oferece aos poderes executivo, legislativo e judiciário, bem como à esfera pública em geral, ferramentas para que governos, políticos e legisladores atuem de forma mais consciente em relação às perspectivas, interesses e necessidades das mulheres e homens da nossa sociedade.
Sugerida por Laura dos Santos Boeira, convidada a realizar a Curadoria nº 8 da Plataforma INCLUA ‘Como as evidências podem informar políticas sociais orientadas para a equidade’, esse manual tem como principal objetivo elencar opções para enfrentar problemas de saúde prioritários ao abordar benefícios, danos potenciais, custos, considerações de equidade e opções para implementação, bem como apontar possíveis adaptações a serem realizadas nas perspectivas dos usuários, trabalhadores de saúde, organização dos serviços e sistema de saúde. A Política Informada por Evidência (PIE) visa incorporar resultados de pesquisas nos debates de políticas e nos processos internos do setor público a fim de aprimorar o processo decisório.