Com imagens da produtora Cor da Pele, apresentamos o evento “Semana de Descolonização e Contemporaneidade Negra”, realizado em 19 de julho de 1987 na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema, no Rio de Janeiro. Uma das palestrantes foi a saudosa Beatriz Nascimento, que dividiu a mesa com Celby Rodrigues, presidente da Federação de Atletismo do Estado do Rio de Janeiro, e Filó Filho, diretor do grupo afro Alaafin Aiyê.
Maria Beatriz Nascimento (1942-1995) é intelectual ativista negra contemporânea de Eduardo Oliveira e Oliveira, Lélia Gonzalez, e Hamilton Cardoso. Nasceu em Aracaju, Sergipe e, no final da década de 1940, migrou com a família para o Rio de Janeiro. Em 1971 graduou-se em história pela UFRJ. Esteve à frente da criação do Grupo de Trabalho André Rebouças, em 1974, na Universidade Federal Fluminense (UFF), compartilhando com estudantes negros/as universitários/as do Rio e São Paulo a discussão da temática racial na academia e na educação em geral, a exemplo da Quinzena do Negro realizada na USP em 1977. Concluiu a Pós-graduação lato sensu em História na Universidade Federal Fluminense, em 1981, com a pesquisa Sistemas alternativos organizados pelos negros: dos quilombos às favelas.
Recurso sugerido através da curadoria “Movimentos sociais, ações afirmativas e o campo cultural”.

Desde 2007, a Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal atua pela promoção do desenvolvimento pleno de todas as crianças brasileiras desde os primeiros anos de vida, para que desfrutem de uma infância saudável e rica em estímulos, com seus direitos assegurados. O acervo da biblioteca possui grande quantidade de conteúdos voltado à primeira infância.

A Dorinateca possui um acervo de livros, revistas e jornais em braile e narrados. Uma excelente iniciativa para pessoas com deficiência visual ou com algum tipo de limitação ao acesso de materiais tradicionais escritos.