A presente Nota Técnica tem como objetivo analisar a possibilidade jurídica da adoção da tese do chamado “racismo reverso”. A análise técnica é centrada na identificação das possíveis vítimas do racismo, bem como na apropriação indevida de sua modalidade “reversa” por pessoas e grupos sociais historicamente não atingidos por discriminações e violências com base em critérios étnico-raciais. Busca-se, ainda, compreender os prejuízos advindos do potencial acolhimento da tese do “racismo reverso” pelo Poder Judiciário brasileiro.
Recurso sugerido através da curadoria “Movimentos sociais, ações afirmativas e o campo cultural”.
Sugerida por Sonia Dias, convidada a realizar a Curadoria nº 3 da Plataforma INCLUA ‘Catadores (as) de materiais recicláveis -Repensando as relações de gênero e a visibilidade nas Políticas Públicas’, essa publicação traz como ponto de partida a história escrita por Rhonda Douglas da Women in Informal Employment: Globalizing and Organizing (WIEGO), e toma como base as informações coletadas durante as experiências de atuação da WIEGO (entre 2020 e 2021) com catadores/as e parceiros/as em cidades brasileiras, dentre elas Belo Horizonte – MG. O material busca reconstituir os principais momentos do trabalho da Organização no Brasil, além de propiciar reflexões metodológicas sobre a realização do projeto.
O Observatório das Desigualdades é um projeto de extensão do curso de Administração Pública da Fundação João Pinheiro em parceria com o Conselho Regional de Economia de Minas Gerais (Corecon-MG). Os Boletins do Observatório buscam contribuir com o debate sobre as diferentes faces da desigualdade social, difundindo e tornando mais acessível o conhecimento e as informações sobre o tema.
Sugerida por Anna Paula Feminella, convidada a realizar a Curadoria nº 1 da Plataforma INCLUA ‘Mulheres com deficiência e práticas anticapacitistas’, o Guia para práticas anticapacitistas na Universidade apresenta conceitos fundamentais para a compreensão da deficiência como uma construção social e apresenta, de forma objetiva, princípios para a atuação anticapacitista no meio acadêmico.
Há mais de 12 anos, a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) criou o Comitê de Gênero e Raça para implantar iniciativas de promoção da igualdade em seus empreendimentos e instalações, previstas no Plano Pró-Equidade de Gênero e Raça. A Chesf vem desenvolvendo uma série de ações institucionais desde a criação do comitê, sendo uma delas a elaboração do Plano de Gênero e Raça, um instrumento norteador para mudança de comportamento, atitudes e visões na cultura organizacional da instituição e das políticas de gestão de pessoas da Chesf.