Sugerido por Natália Martino, convidada a realizar a Curadoria nº 6 da Plataforma INCLUA ‘A pena além do preso: como o encarceramento em massa afeta as comunidades (femininas)’, esse livro discute como o encarceramento das mulheres tem repercussões ainda pouco estudadas. Questões como o aumento do encarceramento feminino e o baixo número de prisões destinadas a elas, por exemplo, levam a mudanças nas dinâmicas relacionadas à visitação de familiares, ao uso dos espaços internos do presídio, bem como à mudanças nos território localizados nos arredores dos presídios.
Lançado pela instituição portuguesa Casa João Cidade, o Guia prático para capacitar a comunidade ao acolhimento das pessoas com deficiência mental tem o objetivo de sensibilizar as pessoas sobre o tema relacionado a deficiência mental, bem como auxiliar profissionais no planejamento de ações voltadas para o acolhimento das pessoas com deficiência mental.
O Ministério da Educação de Portugal, por meio da Direção-Geral da Educação (DGE) publicou o manual Para uma Educação Inclusiva: Manual de Apoio à Prática, com o objetivo de estabelecer princípios e normas que garantam a inclusão de todos e todas nas escolas do país. O documento contempla questões conceituais sobre a importância da inclusão no campo da educação, bem como estratégias metodológicas e estruturais para que sejam reconhecidas as necessidades e potencialidades de todos e de cada um dos alunos e alunas das escolas de Portugal.
Desenvolvido pelo Center for Studies on Inclusive Education (Centro de Estudos de Educação Inclusiva) no Reino Unido, o ‘Index para a inclusão: desenvolvendo a aprendizagem e a participação na escola’, é um recurso que pode auxiliar todos aqueles que procuram avançar e encontrar novos caminhos para a promoção de uma educação inclusiva. Esse material busca orientar para a atenção que se deve ter na promoção de uma educação inclusiva em todos os aspectos de uma escola, incluindo as atividades no pátio, salas de professores, salas de aulas e nas comunidades e no entorno da escola. O material encoraja todos os funcionários, pais/responsáveis e crianças a contribuírem não só para a elaboração de um plano de desenvolvimento inclusivo, mas para colocá-lo em prática em suas escolas.
Uma linguagem inclusiva e não tendenciosa evita os estereótipos e as referências irrelevantes a particularidades dos indivíduos, e reconhece as qualidades positivas de todas as pessoas, independentemente do gênero, orientação sexual, eventual deficiência, idade, antecedentes e religião ou convicção, ou ausência delas. A linguagem inclusiva é especialmente relevante em documentos sobre igualdade de gênero, não discriminação, minorias ou direitos humanos, a fim de evitar uma incoerência entre a mensagem a ser transmitida e a linguagem utilizada. Esse manual, organizado pelo Conselho da União Europeia, fornece orientações sobre o modo de fazer referência a diferentes grupos de pessoas de forma não discriminatória.
A linguagem neutra do ponto de vista de gênero se refere à utilização de linguagem não sexista, de linguagem inclusiva ou de linguagem equitativa considerando as questões de gênero. O objetivo de uma linguagem neutra do ponto de vista de gênero consiste em evitar a escolha de termos suscetíveis de serem interpretados como tendenciosos, discriminatórios ou pejorativos ao implicarem que um sexo ou um gênero social constitui a norma. A utilização de uma linguagem equitativa e inclusiva do ponto de vista de gênero contribui igualmente para reduzir os estereótipos de gênero, para promover mudanças sociais e para alcançar a igualdade de gênero.