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INCLUA

Diagnóstico

Parâmetros da avaliação

Temática
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Serviço Público
Assistência Social
Público Específico
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Resultados

DIMENSÃO 1 – RELAÇÕES INSTITUCIONAIS E GESTÃO INCLUSIVA

Risco Moderado

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Indicador: 1
1.1

Divisão do trabalho, coordenação e conflito entre instituições

Desarticulações (ou formas específicas de articulação) e disputas interinstitucionais podem repercutir em déficits de cobertura, lacunas de atenção ou repercussões negativas para o atendimento a segmentos específicos do público ou dos territórios atendidos. Os principais afetados pela desarticulação são os excluídos digitais, isto é, pessoas em situação de baixa conectividade significativa. Os níveis de conectividade significativa estão diretamente relacionados à localização geográfica e ao nível ­socioeconômico, faixa etária, raça e gênero das pessoas.

Risco Moderado

Atenção recomendada. Vale acompanhar este ponto e reforçar as práticas já existentes.

Indicador: 2
1.2

Instrumentos de gestão inclusiva

A ausência (ou incipiência) de instrumentos de gestão afirmativa e inclusiva contribuem para a invisibilização de desigualdades e reforço a posturas passivas frente às desigualdades sociais já existentes. Políticas e serviços que não levam em consideração formas específicas de atingir a população digitalmente excluída podem acabar reforçando essa exclusão.

Risco Moderado

Atenção recomendada. Vale acompanhar este ponto e reforçar as práticas já existentes.

DIMENSÃO 2 – PARTICIPAÇÃO SOCIAL

Risco Baixo

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Indicador: 1
2.1

Participação

A ausência ou escassez de possibilidades de reconhecimento, escuta e influência de segmentos e territórios específicos do público atendido nos processos de implementação reforça a insensibilidade, a invisibilização e a desatenção às suas necessidades específicas. Quando se trata de serviços de inclusão digital, é importante prever mecanismos não digitais de participação, de modo que as populações mais vulneráveis possam ser parte do processo participativo.

Risco Baixo

Baixo risco no escopo avaliado. Sinaliza que já há práticas ou condições favoráveis aqui. "Baixo risco" não é o mesmo que "risco inexistente".

Indicador: 2
2.2

Representatividade

A ausência ou baixa representação institucional dos pontos de vista e experiências de segmentos específicos nas estruturas governamentais e processos de gestão e implementação de políticas públicas contribui para insensibilidade, invisibilização e desatenção às suas necessidades

Risco Baixo

Baixo risco no escopo avaliado. Sinaliza que já há práticas ou condições favoráveis aqui. "Baixo risco" não é o mesmo que "risco inexistente".

DIMENSÃO 3 – COMUNICAÇÃO E ACESSO À INFORMAÇÃO

Risco Moderado

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Indicador: 1
3.1

Comunicação/divulgação

Dificuldade de reconhecimento das ofertas pelo público, especialmente por parte do público em situação de maior vulnerabilidade, pode prejudicar a formação de demanda e o acesso aos bens e serviços, reforçando (ao invés de mitigar) as vulnerabilidades já existentes.

Risco Moderado

Atenção recomendada. Vale acompanhar este ponto e reforçar as práticas já existentes.

Indicador: 2
3.2

Acesso à informação

A seletividade no acesso à informação e a imposição de maiores custos e dificuldades de obtenção de informação a segmentos desfavorecidos prejudica o acesso e usufruto dos bens e serviços prestados. Para que pessoas digitalmente excluídas sejam atingidas, é preciso difundir as informações de formas que não sejam exclusivamente digitais (p. ex: por meio de parcerias com ONGs, acionamento de equipes dos CRAS, mobilização de agentes comunitários, divulgação com carros de som, etc.)

Risco Baixo

Baixo risco no escopo avaliado. Sinaliza que já há práticas ou condições favoráveis aqui. "Baixo risco" não é o mesmo que "risco inexistente".

Indicador: 3
3.3

Linguagem adequada e adaptada

A dificuldade de compreensão das informações fornecidas ao público prejudica o acesso, o engajamento e o usufruto das ofertas por parte de segmentos específicos, especialmente, aqueles estruturalmente desfavorecidos. É importante lembrarmos que aproximadamente 10% dos brasileiros com idade de 10 anos ou mais nunca navegaram na Internet. Esse grupo é majoritariamente composto por indivíduos com 60 anos ou mais (42%), pertencentes às classes socioeconômicas D e E (22%) e com educação até o nível do Ensino Fundamental (18%). Estratégias de comunicação que não estejam adaptadas a essas populações falharão em atingir um público crucial para as ações de inclusão digital.

Risco Moderado

Atenção recomendada. Vale acompanhar este ponto e reforçar as práticas já existentes.

DIMENSÃO 4: INTERAÇÕES E EXPERIÊNCIAS DA PESSOA USUÁRIA

Risco Moderado

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Indicador: 1
4.1

Exigências sobre as pessoas usuárias

Um elevado nível de exigências (documentos, informações, tempo de espera) e de custos (taxas, recursos para manutenção de equipamentos ou contratação de rede de internet) pode levar à exclusão de pessoas vulnerabilizadas.

Risco Moderado

Atenção recomendada. Vale acompanhar este ponto e reforçar as práticas já existentes.

Indicador: 2
4.2

Normas e instrumentos que regulam a relação com os públicos

Instrumentos que não considerem as especificidades dos públicos podem provocar violência simbólica, tratamento inferiorizante, invisibilização de públicos, territórios, culturas e modos de vida.

Risco Baixo

Baixo risco no escopo avaliado. Sinaliza que já há práticas ou condições favoráveis aqui. "Baixo risco" não é o mesmo que "risco inexistente".

Indicador: 3
4.3

Comportamentos e práticas dos agentes públicos

Equipes que desconhecem as especificidades do público atendido ou que estejam despreparadas para atendê-lo podem gerar exclusão ao não promover uma escuta sensível ou ao reproduzir padrões preconceituosos de comportamento.

Risco Moderado

Atenção recomendada. Vale acompanhar este ponto e reforçar as práticas já existentes.

DIMENSÃO 5 – MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO

Risco Moderado

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Indicador: 1
5.1

Sistemas de monitoramento

A ausência de monitoramento, com foco o na experiência de segmentos específicos, pode contribuir para a invisibilização das experiências desses grupos, ocultando possíveis situações de exclusão e desatenção

Risco Baixo

Baixo risco no escopo avaliado. Sinaliza que já há práticas ou condições favoráveis aqui. "Baixo risco" não é o mesmo que "risco inexistente".

Indicador: 2
5.2

Avaliação de efeitos não-pretendidos sobre os usuários

A ausência de identificação dos possíveis efeitos negativos derivados do serviço pode contribuir para a invisibilização e para a inação em relação a efeitos não-pretendidos, prejudicando a efetiva inclusão de grupos vulnerabilizados. É importante lembrar que a oferta de infraestrutura digital, quando descolada dos outros elementos da conectividade significativa (alfabetização digital e conteúdo), pode aumentar os riscos de efeitos negativos para os usuários, como a disseminação de informações falsas, o estímulo a vícios (bets), a transformação de padrões de vida comunitária para comunidades tradicionais, etc.

Risco Baixo

Baixo risco no escopo avaliado. Sinaliza que já há práticas ou condições favoráveis aqui. "Baixo risco" não é o mesmo que "risco inexistente".

Indicador: 3
5.3

Envolvimento dos usuários

A ausência de envolvimento de usuários, especialmente de excluídos digitais e de grupos historicamente vulnerabilizados, nos esforços de monitoramento e avaliação prejudicam a compreensão de suas experiências com o programa/serviço e contribuem para a invisibilização e para a manutenção de formas de exclusão.

Risco Moderado

Atenção recomendada. Vale acompanhar este ponto e reforçar as práticas já existentes.