O Mapa de Evidências para boas práticas e intervenções em sistemas prisionais é resultado das Bolsas de Inovação promovidas pelo GNova e pela Enap, que fomentam o desenvolvimento de pesquisas e de protótipos para promover inovação na gestão e implementação de políticas públicas.

A primeira infância, que vai de 0 a 6 anos, é um período essencial para a formação humana. No segundo semestre de 2021, estudantes de jornalismo e profissionais recém-formados participaram de palestras com especialistas no tema e oficinas de produção jornalística, orientadas pelo modelo editorial do Nexo. Iniciativa do jornal em parceria com a Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal e apoio da Porticus América Latina e do Insper, o “Lab Nexo” apresenta abaixo o resultado desse trabalho, cujo tema foi “Primeira Infância e Desigualdades”.

Sugerido por Natália Martino, convidada a realizar a Curadoria nº 6 da Plataforma INCLUA ‘A pena além do preso: como o encarceramento em massa afeta as comunidades (femininas)’, a Plataforma Desencarcera foi construída a partir de parcerias entre universidade, entidades do terceiro setor e lideranças entre familiares de pessoas presas. A plataforma recebe denúncias sobre violações de direitos em penitenciárias mineiras, além de publicizar as irregularidades, pressionar por respostas e realizar interlocuções com órgãos responsáveis por tomar as medidas cabíveis nos casos denunciados.

Sugerido por Natália Martino, convidada a realizar a Curadoria nº 6 da Plataforma INCLUA ‘A pena além do preso: como o encarceramento em massa afeta as comunidades (femininas)’, o vídeo é parte de uma campanha realizada pelo ITCC durante as eleições municipais de 2020, com o objetivo de sensibilizar os municípios acerca das políticas penais. O vídeo apresenta relatos que evidenciam alguns dos efeitos do encarceramento na vida dos familiares das pessoas presas, principalmente mulheres como esposas, mães, avós, irmãs e filhas.

Sugerido por Natália Martino, convidada a realizar a Curadoria nº 6 da Plataforma INCLUA ‘A pena além do preso: como o encarceramento em massa afeta as comunidades (femininas)’, esse trabalho aponta como as políticas penais recaem sobre um número maior de pessoas do que aquelas presas. Além dos familiares, envolvidos em dinâmicas de visitações e provimento de itens básicos de sobrevivência para os custodiados, as comunidades geograficamente próximas às unidades prisionais também têm seus cotidianos alterados.

Sugerido por Natália Martino, convidada a realizar a Curadoria nº 6 da Plataforma INCLUA ‘A pena além do preso: como o encarceramento em massa afeta as comunidades (femininas)’, esse trabalho aponta como a política de interiorização das penitenciárias paulistas, iniciada na década de 1980, assim como outras decisões no âmbito da política penal, acabam por transformar não só as vidas das pessoas presas, como também as vidas de comunidades pobres, dos familiares de presos, coletivos criminais e agentes religiosos.

Sugerido por Natália Martino, convidada a realizar a Curadoria nº 6 da Plataforma INCLUA ‘A pena além do preso: como o encarceramento em massa afeta as comunidades (femininas)’, esse livro discute como o encarceramento das mulheres tem repercussões ainda pouco estudadas. Questões como o aumento do encarceramento feminino e o baixo número de prisões destinadas a elas, por exemplo, levam a mudanças nas dinâmicas relacionadas à visitação de familiares, ao uso dos espaços internos do presídio, bem como à mudanças nos território localizados nos arredores dos presídios.

Publicado pelo Instituto Veredas, este documento é um resumo das evidências de pesquisas globais e locais relevantes que foram identificadas, avaliadas e organizadas como opções para o enfrentamento do estigma e preconceito com pessoas egressas do sistema prisional. Nesse material são abordados temas relacionados a: definição do problema do estigma contra as pessoas egressas do sistema prisional; identificação e caracterização das evidências disponíveis acerca de intervenções para abordar esse problema; identificação de barreiras, condições facilitadoras e custos de implementação das opções apresentadas, além de serem apresentadas também possibilidades para subsidiar políticas na área, focando em seus aspectos positivos, negativos e nas incertezas dessas opções. Esse material pode ser utilizado para subsidiar o diálogo entre atores como gestores, trabalhadores, sociedade civil organizada e pesquisadores do sistema prisional, bem como auxiliar no planejamento de ações voltadas para o campo do enfrentamento ao preconceito com pessoas egressas do sistema prisional e suas famílias.

O documento’10 ações para uma Agenda Municipal para Políticas Penais” destaca o papel dos municípios no desenvolvimento e na gestão de políticas penais. A agenda com 10 ações é resultado de parceria entre o Laboratório de Gestão de Políticas Penais (LabGEPEN/UnB), o Instituto Veredas e o Instituto Terra, Trabalho e Cidadania (ITTC), com apoio do Instituto Igarapé, e busca apoiar gestores e trabalhadores da área no planejamento de ações e estabelecimento de fluxos entre os serviços públicos.