A série de lives “Mulheres Negras Rumo a um Planeta 50-50 em 2030 em tempos de crise e da pandemia Covid-19”, no Canal Preto, é uma iniciativa do Ministério Público do Trabalho, Organização Internacional do Trabalho, Cáritas Brasileira e ONU Mulheres. O tema deste encontro é o Sistema Único de Saúde.

A cartilha diz sobre Desenho Universal na Perspectiva da Pessoa Idosa, um material complementar ao curso online Massive Open Online Course (MOOC) e gratuito de mesmo tema disponível na plataforma UFPR Aberta (ufpraberta.ufpr.br). A iniciativa visa contribuir com os esforços de promoção da inclusão e a qualidade de vida das pessoas idosas no Brasil, sendo liderada pelo Ministério de Direitos Humanos e Cidadania (MDHC), através de sua Coordenação Geral de Políticas de Envelhecimento Ativo e Saudável e Desenho Universal, a Universidade Federal do Paraná e a Fundação da Universidade Federal do Paraná (FUNPAR).
O Desenho Universal, é uma forma de criar produtos, ambientes e serviços para que todos possam usá-los, independentemente de suas habilidades, idade ou circunstâncias. Uma grande diferença dessa abordagem é que se pretende que tudo seja fácil de acessar e utilizar, sem precisar de ajustes ou adaptações especiais, ou seja, o produto já sairia da fábrica pronto para ser utilizado por todas as pessoas. Assim, se promove a inclusão e a igualdade, facilitando a vida de todos.

O Plano de Cuidado Integral em Demências do Estado do Rio Grande do Sul é o primeiro instrumento de gestão, planejamento e monitoramento de metas e ações voltadas ao cuidado integral em demências do país.

Para falar de equidade na saúde, os organizadores convidaram dez autoras/es de notório saber nas áreas relacionadas, os quais contribuíram com textos que buscam dialogar sobre gênero, saúde das populações negra, indígena, cigana, migrantes e LGBTI+, aspectos psicossociais do racismo, pessoas vivendo com HIV/aids, pessoas em situação de rua e pessoas idosas.

O Ministério da Saúde apresenta a cartilha Saúde da População em Situação de Rua: um direito humano. Seu objetivo é expor diretrizes, estratégias e ações destinadas à melhoria das ações de saúde para a População em Situação de Rua; combater o preconceito em relação a essa população no SUS; e garantir seu acesso aos serviços de saúde, com atendimento integral e humanizado.

Este documento tem por finalidade orientar a implementação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) por meio de conteúdo informativo que contribua para a operacionalização da política, considerando as especificidades e necessidades regionais.

Institui o Programa Nacional de Equidade de Gênero, Raça e Valorização das Trabalhadoras no Sistema Único de Saúde – SUS.

A jornalista Natuza Nery entrevista a antropóloga Débora Diniz sobre os dados da Pesquisa Nacional de Aborto realizada em 2021, e destaca dados alarmantes sobre a dificuldade que as mulheres enfrentam para acessar seus direitos no serviço público de saúde. A pesquisadora afirma que as mulheres que fazem aborto no país estão em todas as classes sociais e por todo território brasileiro, no entanto, a maior parte dessas mulheres tem menos de 19 anos (52%), são religiosas, negras e indígenas, com baixa escolaridade e residentes na região nordeste do país. A pesquisadora ainda ressalta o aumento das barreiras para essas mulheres acessarem o serviço público para realização do aborto, e os desafios que devem ser enfrentados para garantir esse serviço como parte do sistema público de saúde.

Essa cartilha é fruto do trabalho do Grupo de Pesquisa Saúde e Sociedade da Escola de Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, e apresenta de forma lúdica e simples, como comunidades tradicionais quilombolas podem se prevenir em relação coronavírus.