Compreenda como o letramento racial fortalece a construção de políticas públicas mais justas e inclusivas. Este curso é um convite à reflexão e à ação para promover equidade racial no setor público brasileiro.

A Trilha Fortalecendo Lideranças Antirracistas no Serviço Público oferece para você diferentes soluções de aprendizagem com o intuito de enriquecer a sua jornada pela equidade racial, por meio de conteúdos diversos e com diferentes perspectivas. O racismo estrutura toda nossa sociedade, incluindo a Administração Pública. O enfrentamento de um problema tão complexo demanda a ação de todas as pessoas servidoras e, principalmente as lideranças, para que os direitos e necessidades da sociedade sejam atendidos em sua diversidade – e totalidade. Dessa forma, é imprescindível o desenvolvimento de determinadas competências para garantir sua atuação de forma inclusiva, respeitosa e antirracista na gestão das equipes e na elaboração de políticas públicas.

A publicação “O Brasil Quilombola” foi realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com o Ministério da Educação e o Fundo de População das Nações Unidas no Brasil (UNFPA). A publicação sistematiza os principais resultados do Censo Quilombola 2022 no que tange às comunidades e pessoas quilombolas.

O Protocolo é uma iniciativa alinhada às decisões da Corte Interamericana de Direitos Humanos, que já reconheceu que a questão racial deve ser considerada nos julgamentos dos processos. Portanto, a construção que se propõe está destinada a enfrentar e mitigar o racismo estrutural, institucional e as formas de discriminação deles decorrentes, promovendo uma aplicação da lei mais justa e inclusiva.

Ôrí documenta os movimentos negros brasileiros entre 1977 e 1988, passando pela relação entre Brasil e África, tendo o quilombo como ideia central de um contínuo histórico e apresentando como fio condutor a história pessoal de Beatriz Nascimento, historiadora e militante negra, falecida prematuramente no Rio de Janeiro, em 1995.

Recurso sugerido através da curadoria “Movimentos sociais, ações afirmativas e o campo cultural”.

Advogados da Conectas Direitos Humanos que participaram do caso no Supremo analisam o impacto desta decisão histórica e refletem sobre o futuro da agenda da diversidade no Brasil.

Recurso sugerido através da curadoria “Movimentos sociais, ações afirmativas e o campo cultural”.

A presente Nota Técnica tem como objetivo analisar a possibilidade jurídica da adoção da tese do chamado “racismo reverso”. A análise técnica é centrada na identificação das possíveis vítimas do racismo, bem como na apropriação indevida de sua modalidade “reversa” por pessoas e grupos sociais historicamente não atingidos por discriminações e violências com base em critérios étnico-raciais. Busca-se, ainda, compreender os prejuízos advindos do potencial acolhimento da tese do “racismo reverso” pelo Poder Judiciário brasileiro.

Recurso sugerido através da curadoria “Movimentos sociais, ações afirmativas e o campo cultural”.

Com imagens da produtora Cor da Pele, apresentamos o evento “Semana de Descolonização e Contemporaneidade Negra”, realizado em 19 de julho de 1987 na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema, no Rio de Janeiro. Uma das palestrantes foi a saudosa Beatriz Nascimento, que dividiu a mesa com Celby Rodrigues, presidente da Federação de Atletismo do Estado do Rio de Janeiro, e Filó Filho, diretor do grupo afro Alaafin Aiyê.
Maria Beatriz Nascimento (1942-1995) é intelectual ativista negra contemporânea de Eduardo Oliveira e Oliveira, Lélia Gonzalez, e Hamilton Cardoso. Nasceu em Aracaju, Sergipe e, no final da década de 1940, migrou com a família para o Rio de Janeiro. Em 1971 graduou-se em história pela UFRJ. Esteve à frente da criação do Grupo de Trabalho André Rebouças, em 1974, na Universidade Federal Fluminense (UFF), compartilhando com estudantes negros/as universitários/as do Rio e São Paulo a discussão da temática racial na academia e na educação em geral, a exemplo da Quinzena do Negro realizada na USP em 1977. Concluiu a Pós-graduação lato sensu em História na Universidade Federal Fluminense, em 1981, com a pesquisa Sistemas alternativos organizados pelos negros: dos quilombos às favelas.
Recurso sugerido através da curadoria “Movimentos sociais, ações afirmativas e o campo cultural”.

Este working paper visa disseminar conhecimento científico a gestores públicos e demais profissionais sobre os efeitos do racismo estrutural no desenvolvimento das crianças negras em seus primeiros seis anos de vida, bem como contribuir com a adoção de políticas públicas afirmativas de combate à discriminação racial na educação infantil.