A Rede Nacional de Evidências em Direitos Humanos promove a Palestra Linguagem Simples e Inclusiva, organizada pelo pesquisador Iran Melo. A apresentação destaca conceituações, práticas e orienta os/as interessados/as sobre como fazer um uso correto da linguagem simples e da linguagem inclusiva.

 

O Observatório Nacional dos Direitos Humanos – ObservaDH tem como objetivo difundir e analisar informações estratégicas sobre a situação dos direitos humanos no Brasil, fornecendo evidências para o planejamento, o monitoramento e a avaliação de políticas públicas de defesa, promoção, proteção, educação e cultura em direitos humanos, nos níveis de governo federal, estadual e municipal e junto à sociedade civil. Recurso sugerido a partir da curadoria de Pedro de Lemos, coordenador-geral de indicadores e evidências em direitos humanos na secretaria executiva do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC).

O Programa Linguagem Simples quer simplificar a linguagem que a Prefeitura de São Paulo usa na comunicação com a população. Este guia apresenta em quatro passos um processo para que gestores e gestoras públicos(as) consigam deixar a linguagem do seu documento mais simples.

Este material traz, em linguagem direta e acessível, um conjunto de valiosas informações sobre a comunidade LGBTQIA+, para que todos possam entender o que há por trás dessa sopa de letrinhas, além de uma relação de boas práticas para promover a inclusão no ambiente de trabalho.

Esse vídeo apresenta de forma rápida e clara as principais mudanças da Lei 14.532/2023 que atualizou a Lei do Racismo (Lei 7.716/1989). A nova lei por exemplo, endurece a punição para atos de discriminação que aconteçam no contexto de eventos públicos, como shows ou jogos de futebol, ou em redes sociais, amplia a especificação de vários tipos de racismo, como por exemplo o racismo cometido por servidos públicos e o racismo recreativo, além de discutir sobre vários aspectos a respeito do avanço dessa nova legislação.

Sugerido pelo Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (GEMAA/UERJ), convidado a realizar a Curadoria nº 12 da Plataforma INCLUA ‘Políticas de ação afirmativa, relações raciais e opinião pública’, essa cartilha apresenta as principais vias de acesso e permanência no ensino superior disponíveis para estudantes de escolas públicas, pretos, pardos, indígenas e pessoas com deficiência.

A questão racial brasileira na perspectiva do pensamento antirracista e decolonial é foco da série “Coleção Antirracista”. Com curadoria e direção de Val Gomes e realizada pela produtora Olhar Imaginário, com apoio do Instituto Unibanco e da Spcine, a série é composta por oito documentários curtos (entre 11 e 14 minutos de duração) e tem como público-alvo pessoas, instituições e empresas com interesse em combater o racismo e investir em ações inclusivas e antirracistas.

O Podcast “Luz, câmera, audiodescrição! A acessibilidade no audiovisual” tem por objetivo trazer orientações para produtores culturais, artistas, cineastas independentes e coletivos audiovisuais sobre como tornar seus filmes e vídeos acessíveis às pessoas com deficiência visual por meio da audiodescrição. Ao longo dos quatro episódios são entrevistados especialistas que orientam e dão dicas sobre como garantir a acessibilidade na produção audiovisual.