Este working paper visa disseminar conhecimento científico a gestores públicos e demais profissionais sobre os efeitos do racismo estrutural no desenvolvimento das crianças negras em seus primeiros seis anos de vida, bem como contribuir com a adoção de políticas públicas afirmativas de combate à discriminação racial na educação infantil.

Como proporcionar maior igualdade de oportunidades para que mais crianças e jovens possam alcançar uma vida melhor? O Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (Imds) existe para ajudar a responder a essa pergunta. O site é uma plataforma pensada para desenhar, testar, propor, divulgar e acompanhar a execução de políticas públicas com foco em mobilidade social.

A jornalista Natuza Nery entrevista a antropóloga Débora Diniz sobre os dados da Pesquisa Nacional de Aborto realizada em 2021, e destaca dados alarmantes sobre a dificuldade que as mulheres enfrentam para acessar seus direitos no serviço público de saúde. A pesquisadora afirma que as mulheres que fazem aborto no país estão em todas as classes sociais e por todo território brasileiro, no entanto, a maior parte dessas mulheres tem menos de 19 anos (52%), são religiosas, negras e indígenas, com baixa escolaridade e residentes na região nordeste do país. A pesquisadora ainda ressalta o aumento das barreiras para essas mulheres acessarem o serviço público para realização do aborto, e os desafios que devem ser enfrentados para garantir esse serviço como parte do sistema público de saúde.

Sugerido pelo Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (GEMAA/UERJ), convidado a realizar a Curadoria nº 12 da Plataforma INCLUA ‘Políticas de ação afirmativa, relações raciais e opinião pública’, esse material apresenta a evolução das desigualdades raciais, de renda e gênero no Brasil. O relatório utiliza dados de pesquisas domiciliares do IBGE, cobrindo o período de 1987 (ano no qual o quesito cor/raça passou a fazer parte da sistemática dos inquéritos) até 2022 (ponto mais recente dos dados).

O Sociólogo e Professor Luiz Augusto Campos fala em uma postagem de menos de 2 minutos sobre cinco fatos esclarecedores sobre a Lei de Cotas nas universidades brasileiras.

Essa publicação apresenta os dados do primeiro censo da população em situação de rua realizada em âmbito nacional. Coordenada pela Secretaria Nacional da Assistência Social (SNAS) e pela Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação (SAGI) do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), o Censo é resultado da ‘Pesquisa Nacional sobre a População de Rua’, realizada pelo governo federal, e nesse material o leitor terá acesso aos dados, metodologias, bem como às propostas de polícias públicas do governo federal voltadas para essa população.

O ‘Catálogo de políticas públicas’ lançado pelo IPEA, é uma plataforma que reúne informações sobre as políticas públicas implementadas no Brasil no âmbito do Poder Executivo Federal. Seus objetivos são permitir o conhecimento, a sistematização e dar transparência ao universo de políticas públicas no âmbito federal, permitindo que estudos e análises possam ser realizados, para que assim contribuam para o fortalecimento do campo ligado ao planejamento, implementação, gestão, monitoramento e avaliação das políticas públicas.

‘Nós mulheres da periferia’ é uma empresa jornalística fundada e gerida por mulheres negras e periféricas. Em seu portal, são publicadas matérias que abrangem assuntos diversos compreendendo o jornalismo periférico e as discussões sobre classe, raça, gênero, território, geração, política, etc.

Sugerido por Luciano Ramos, convidado a realizar a Curadoria nº 10 da Plataforma INCLUA ‘Masculinidades Negras’, o ó foi lançado pelo Instituto Promundo, e apresenta dados aprofundados sobre a pesquisa realizada por eles a respeito das paternidades de homens negros no cenário nacional.