O Painel Socioassistencial do Observatório da Vigilância Socioassistencial, que faz parte da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social da Prefeitura de São Paulo, disponibiliza a série histórica das pesquisas censitárias realizadas no últimos vinte anos nessa cidade de forma mais amigável e com recursos de PowerBI. Recurso sugerido por Carolina Nakagawa durante a curadoria “População em situação de rua e pesquisas sociais aplicadas: os desafios da inclusão”.

O Observatório da Vigilância Socioassistencial da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social da Prefeitura de São Paulo disponibiliza a série histórica das pesquisas censitárias realizadas no últimos vinte anos nessa cidade. Recurso sugerido por Carolina Nakagawa durante a curadoria “População em situação de rua e pesquisas sociais aplicadas: os desafios da inclusão”.

O podcast ‘Entreaberta’, parceria do ‘Nexo’ com o Instituto de Governo Aberto e a Fundação Friedrich Ebert Brasil, ouve pesquisadores e ativistas sobre quais os caminhos para melhorar a realidade da população em situação de rua no Brasil. Recurso sugerido por Carolina Nakagawa a partir da curadoria “População em situação de rua e pesquisas sociais aplicadas: os desafios da inclusão”.

Este relatório de pesquisa apresenta aspectos da realidade enfrentada por mães e gestantes, usuárias ou não de substâncias psicoativas, em situação de rua, na cidade de São Paulo. Os textos que o compõe este relatório têm como eixos analíticos os direitos das mulheres, os direitos das crianças e sua necessária construção conjunta. A pesquisa desenvolveu-se a partir do acompanhamento da rede de atendimento e de visitas a espaços de acolhimento voltados para mulheres e crianças, juntamente com a Defensoria Pública do Estado de São Paulo.

O Núcleo de População em Situação de Rua do Conselho Regional de Psicologia do Paraná (CRP-PR), em parceria com o Movimento Nacional de População em Situação de Rua (MNPR), produziram este documentário que traz entrevistas com lideranças históricas deste nacionais do movimento social.

O documentário sobre população em situação de rua, produzido pela Organização Pan-americana de Saúde (OPAS), apresenta a realidade das pessoas que vivem em situação de rua e a rotina de trabalho das equipes do Consultório na Rua do Jacarezinho. Essa política nacional nasceu da necessidade de um atendimento humanizado e longitudinal para a população vulnerabilizada e em situação de rua.
O filme é uma produção da Câmara Técnica de Estudos Integrados do Controle e Participação Social na Saúde do Conselho Nacional de Saúde.

Boca de Rua – Vozes de uma Gente Invisível” é um documentário que conta a história do único jornal do país produzido inteiramente por pessoas que moram na rua. Com textos, fotos e ilustrações que revelam um pouco da realidade escondida nas grandes cidades, o veículo (fonte de renda para os participantes do projeto) é reconhecido mundialmente pela ONG International Network Of Street Papers (INSP).

A vida é sempre um mistério é um filme etnográfico realizado no contexto de entrada em campo para a realização de uma pesquisa em antropologia social. A partir da linguagem do cinema documentário, o filme apresenta narrativas e experiências vivificadas por pessoas em situação de rua no contexto do IV Congresso de Organização e Fortalecimento do Movimento Nacional da População de Rua (MNPR), ocorrido entre 22 e 24 de maio de 2018, no município de Cidreira, no Estado Rio Grande do Sul.

Sinopse: Entre reflexões e performances, filosofias de vida propõem paralelos lúdicos com elementos da natureza. Um filme sobre o suicídio, a sexualidade, a liberdade, a loucura e o equilíbrio. A trajetória de uma missão. Um retrato de quatro integrantes do Movimento Nacional da População de Rua.

Christian Dunker convida o Padre Julio Lancellotti para falar sobre o conceito de Aporofobia criado pela filósofa espanhola Adela Cortina. O conceito se caracteriza pela repulsa, aversão, desprezo e hostilidade pelas pessoas em situação de pobreza ou miséria. O Padre Júlio é coordenador da Pastoral do Povo da Arquidiocese de São Paulo, e teve um projeto de lei aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que proíbe técnicas de construção hostil que restringem o uso do espaço público.