A campanha chama a atenção para histórias de resistência, de conquistas, de esperanças de um povo que sobrevive e nos ensina nesses muitos anos de existência: as populações negras, indígenas, tradicionais, quilombolas, de terreiro e ciganos. Trata-se de um chamado coletivo para a superação do racismo. Nesta segunda edição, aborda as populações indígenas.
A campanha chama a atenção para histórias de resistência, de conquistas, de esperanças de um povo que sobrevive e nos ensina nesses muitos anos de existência: as populações negras, indígenas, tradicionais, quilombolas, de terreiro e ciganos. Trata-se de um chamado coletivo para a superação do racismo.