Os vídeos organizados em playlist abordam eventos que discutem a acessibilidade nos sites governamentais.
Este Holofote foi criado para apoiar gestores públicos e atores sociais com conteúdos práticos, cursos, publicações e experiências que fortalecem políticas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Os conteúdos estão organizados em cinco eixos temáticos, que dialogam com os principais desafios da Agenda 2030.
Este Guia de Boas Práticas em Acessibilidade Digital foi criado como resultado da Série Acessibilidade Digital em Sítios Web Governamentais: barreiras de usabilidade para pessoas com deficiências, uma das iniciativas do Programa de Cooperação entre Reino Unido e Brasil em Acesso Digital (Digital Access Programme – DAP), financiado pelo Governo Britânico, em parceria com a Secretaria de Governo Digital do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (SGD/MGI) e o Ministério da Saúde (MS), coordenado pelo Centro de Estudos sobre Tecnologias Web (Ceweb) do NIC.br com o apoio e a participação do Ministério da Saúde (MS), do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, da Escola Nacional de Administração Pública (Enap) e do Movimento Web para Todos. A curadoria de conteúdo, a organização e a execução das atividades, incluindo as jornadas de acessibilidade dos sítios citados neste guia, foi responsabilidade do Movimento Web para Todos.
Este relatório compila as informações coletadas a partir das entrevistas que assim como os grupos focais, fazem parte do conjunto de análises qualitativas pertencentes à avaliação da Lei nº 12.990/2014, viabilizada pelo Termo de Execução Descentralizada entre Escola Nacional de Administração Pública – Enap e o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos – MFMDH. As entrevistas semi-estruturadas da pesquisa foram divididas em três etapas, cada qual com um grupo específico de atores. A primeira, com os formuladores da Portaria Normativa n. 4 do MPOG; a segunda, com os integrantes e treinadores de comissões de heteroidentificação; a terceira e última etapa, com os responsáveis por gestão de pessoas em cinco Universidades Federais.
Este programa oferece para você diferentes soluções de aprendizagem com o intuito de enriquecer a sua jornada pela equidade racial, por meio de conteúdos diversos e com diferentes perspectivas.
Neste curso, você aprenderá conceitos e técnicas de coleta e análise de dados públicos com recorte nas evidências de desigualdades raciais para produção de indicadores de políticas públicas de ação afirmativa do Estado brasileiro. Nível básico, gratuito e com certificado, aberto a qualquer pessoa interessada no tema.
O enfrentamento ao racismo tem se colocado como uma pauta estratégica para as instituições, considerando seu impacto para a ambiência e relação com seu público-alvo. Este curso pretende formar agentes públicos capazes de tratar adequadamente as denúncias de racismo e discriminação racial no âmbito das ouvidorias.
Explore as dinâmicas das identidades raciais em discussões sobre racismo, raça e gênero. O curso aborda questões sociais, econômicas e políticas, promovendo troca de experiências e análise crítica. Desenvolva repertório para interpretar e combater práticas racistas e discriminatórias de forma reflexiva.
O curso de Letramento racial aplicado ao setor público foi desenvolvido pela Escola Nacional de Administração Pública, em parceria com o Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania e Ministério da Igualdade Racial. A capacitação combina análise de dados, reflexão histórica e práticas antirracistas e percorre desde as raízes históricas do racismo no Brasil, analisa dados estatísticos e pesquisas recentes em diferentes áreas, debate políticas públicas de enfrentamento ao racismo e reflete sobre condutas antirracistas no serviço público.